Se você está na internet, é bem provável que alguém esteja monitorando a sua atividade.
O fato é que todo mundo quer um pedaço dos seus dados, e é por isso que os sites que você acessa, os mecanismos de busca e até mesmo algumas agências de governo ficam de olho na atividade dos usuários. E sabe quem é que está sempre monitorando a sua atividade? Os provedores de internet. Como são eles que permitem a sua conexão com a internet, eles acabam monitorando absolutamente tudo o que você faz.
Aqui vai um resumo sobre o que cada pessoa ou organização pode ver do seu histórico de navegação:
- Provedores de internet: se a sua pergunta é “o provedor de internet tem acesso ao meu histórico?”, a resposta é… Sim. O seu provedor sabe quais sites você visita, quanto tempo você gasta em cada um deles, qual é o tipo de conteúdo com o qual você mais interage, que tipo de dispositivos você usa e muito mais.
- Sites da internet: se os cookies estiverem ativados, é impossível contar com um navegador que não deixa rastros. Isso significa que todos os sites que você visitar vão acompanhar a sua atividade naquelas páginas e até mesmo em outros sites.
- Mecanismos de busca: navegadores como Firefox conseguem acessar o seu histórico de pesquisa, incluindo os sites nos quais você clicou. No caso do Google, ele pode usar apps para acessar outras informações.
- Governo: os governos têm acesso a tudo o que um provedor de internet pode ver, só que os órgãos públicos precisam de justificativa legal para acessar essas informações.
- Seu chefe ou instituição de ensino: se o seu chefe ou a sua instituição de ensino for o administrador de rede, então ele vai poder ver absolutamente todo o seu histórico de pesquisa do Google e de outros navegadores.
A verdade é que não há como impedir que esses serviços coletem ao menos uma ou outra informação pessoal. No entanto, existem várias formas de reduzir esse tipo de atividade ― inclusive, com o uso de uma VPN.
Uma VPN, também chamada de rede virtual privada, pode ocultar informações sensíveis e até mesmo o seu histórico de pesquisa do Google! Ou seja: é uma aliada importante para quem quer fortificar a segurança cibernética e passar longe da vigilância do provedor de internet. E a melhor parte é que a gente até tem uma recomendação de serviço de VPN para você: a NordVPN.
A NordVPN não só oferece uma velocidade fenomenal (ou seja, não vai comprometer a sua internet) como também conta com um fortíssimo pacote de segurança. E ainda aceita pagamentos em R$!
Contudo, ter uma VPN é só parte da solução. Neste artigo, vamos falar um pouco mais sobre tópicos como quem pode ver todo o seu histórico de pesquisa do Google, provedores de internet que têm acesso ao seu histórico e muito mais.

Nós usamos a internet para absolutamente tudo: para pagar contas, marcar consultas médicas e buscar resultados de exames ou simplesmente para manter contato com os amigos. Só que nem todo mundo percebe que todas essas atividades deixam rastros, como o histórico de pesquisa do Google (ou de outro navegador), histórico de navegação e por aí vai.
Mas… Quem pode acessar esses rastros? A quem interessa monitorar esse tipo de coisa? É possível ter um navegador que não deixa rastros para navegar com segurança?
Se esses tópicos são do seu interesse, pode continuar a leitura. Neste post, vamos discutir o que é que cada organização ou pessoa pode ver: vamos responder à pergunta “o provedor de internet tem acesso ao meu histórico?”, e até mostrar o que o seu chefe ou os seus apps podem ver do seu histórico de pesquisa do Google e de outros navegadores.
Também vamos compartilhar algumas medidas simples que você pode tomar para navegar de forma anônima e, assim, garantir a sua privacidade e segurança cibernética.
Quem pode ver o que eu faço na internet?
Infelizmente, muita gente pode ver o seu histórico de pesquisa e o que você faz na internet.
Confira:
| Quem? | O que é que pode ser visto? |
|---|---|
| Provedores de internet (IPS) | Os sites que você visita, suas redes sociais, para quem você manda e-mails e até informações privadas sobre saúde e finanças. Esses dados podem ficar armazenados por muito tempo nos bancos de dados do provedor. |
| Administrador da rede Wi-Fi | Os sites que você visita, suas redes sociais e vídeos que você assiste. Os administradores não podem ver as informações que você insere em sites HTTPS. |
| Sistemas operacionais | Os sites que você visita, suas redes sociais, vídeos que você assiste e a sua localização geográfica (caso ela esteja habilitada). |
| Sites | Seu comportamento online (mas não em todos os sites que você visita). Desabilitar os cookies costuma ajudar a evitar que os sites possam monitorar a sua navegação. |
| Mecanismos de busca | Histórico de pesquisa do Google e de outros navegadores, bem como os resultados de cada pesquisa (lembre-se de que Google coleta dados de todas as plataformas vinculadas à sua conta Google). |
| Apps | Localização geográfica, informações da conta e endereço de e-mail (pode variar dependendo do app e das permissões de usuário, então atenção às letras miúdas). |
| Governo | Dados de navegação (se o provedor permitir) e comportamento online, especialmente para combater crimes cibernéticos. |
| Hackers | Seu histórico de pesquisa do Google e histórico de navegação, dados de login, dados financeiros e muito mais, dependendo do tipo de ataque. |
A seguir, vamos falar um pouco mais sobre cada linha dessa tabela, explicando os motivos pelos quais essas pessoas ou instituições coletam esses dados.
Atenção! Se você mora no Brasil e está querendo saber mais sobre segurança, privacidade e sobre quem pode ou não pode acessar o histórico de pesquisa do Google e de outros navegadores, lembramos que o Marco Civil da internet é um documento extremamente importante que regula muito do que estamos discutindo aqui.

1. Provedores de internet
Como os provedores de internet são a nossa porta de entrada para a internet, é inevitável que eles recebam muitas informações sobre nós e nossa vida online. Isso significa que eles podem ver absolutamente todas as atividades que não são criptografadas.
Em outras palavras: o provedor de internet tem sim acesso ao meu histórico de navegação e ao seu histórico. Ele também pode acessar informações como:
- Os sites que você visitou
- Quanto tempo você passou em um site ou app
- Quais conteúdos você viu
- Quais arquivos você baixou
- Quais dispositivos você está usando
- A sua localização geográfica
Outra coisa que é importante lembrar é que o modo anônimo de navegação também entra nesse balaio. Ele só esconde parte da sua identidade nos sites que você está visitando, mas o provedor ainda pode ver tudo.
O fato é que o seu provedor de serviços de internet pode saber muito mais do que você gostaria que ele soubesse sobre a sua saúde ou sobre as suas finanças. Isso significa que ele pode até mesmo criar um perfil seu e vincular esse perfil de dados ao seu endereço IP.
Além disso, esses tipos de dados podem ficar sob a guarda de provedores por anos a fio, dependendo da legislação de cada país. Isso significa que podem ser usados para fins diversos, que vão desde publicidade até vigilância. Lembramos que, de acordo com o Marco Civil, operações de “coleta, armazenamento, guarda e tratamento de registros, de dados pessoais ou de comunicações por provedores de conexão e de aplicações de internet” seguem as estipulações da legislação brasileira.
Se liga: Se você está buscando não só um navegador que não deixa rastros, mas também uma forma mais privativa e segura de navegar online, vale a pena buscar ferramentas que ajudem a ocultar ou alterar seu endereço IP. Afinal de contas, o nosso IP armazena diversas informações diferentes sobre a gente ― especialmente o nosso endereço, que fica 100% visível para os provedores de internet.
Mas, relaxa: uma das melhores formas de ocultar ou alterar seu endereço de IP é com uma VPN de confiança, como a NordVPN.
2. Administradores da rede Wi-Fi

Nós vamos ser bem diretos: os dados que você envia por meio de uma rede aberta de Wi-Fi não ficam protegidos. É por isso que não é uma boa ideia acessar seus dados bancários ou pagar contas via app por meio de uma rede aberta.
Mas, para além dos riscos de ataque, é importante atentar para o fato de que os administradores de uma rede aberta de Wi-Fi podem acessar dados como:
- Histórico de navegação
- Arquivos que você acessou
- Quanto tempo você gastou em cada site
- Com quem você conversou online
Por sorte, nem tudo está perdido: sites com HTTPS oferecem uma camada pequena, porém importante, de segurança, e todos os dados que você inserir neles não poderão ser visualizados ou acessados pelos administradores da rede.
Não sabe bem o que é um HTTPS? São sites que têm esse pequeno cadeado logo antes do URL:

O que meu chefe ou minha instituição de ensino pode ver?
Se você já fez a pergunta “o provedor de internet tem acesso ao meu histórico?”, é bem provável que também já quis saber se o seu chefe ou a sua instituição de ensino também podem acessar e monitorar o que você está fazendo na internet.
A resposta é: Sim. Eles podem ver o seu histórico de navegação, seu histórico de pesquisa do Google e várias outras coisas se você estiver usando a rede que está sendo administrada por eles.
Pois é. Talvez não seja uma boa ideia ficar acessando o Reddit no computador da firma.
3. Sistemas operacionais

Além do provedor de serviços de internet, vale lembrar que os sistemas operacionais do seu dispositivo (Windows, iOS e Linux) também estão de olho em você. Afinal de contas, elas armazenam dados no computador para simplificar a sua navegação e o acesso a arquivos.
Se você quiser saber quais são os dados que podem estar armazenados no seu sistema operacional, vale a pena conferir os controles de segurança e privacidade que costumam ser ativados ou ajustados na hora de manter as crianças seguras online.
Tudo o que estiver aparecendo ali também pode ser acessado pela Microsoft ou Apple. Isso quer dizer que elas têm acesso a coisas como:
- Os sites visitados
- Vídeos assistidos
- Mídias sociais e apps que foram usados
- A localização geográfica do usuário
Contudo, os sistemas operacionais oferecem mais transparência sobre os dados que foram coletados; na Apple, é possível obter uma cópia dos dados que estão armazenados; já a Microsoft oferece relatórios bem abrangentes com bastante regularidade.
Como regra geral, no entanto, lembre-se de ajustar as configurações de privacidade em seus dispositivos. Também vale lembrar que, em softwares como Edge ou Safari, a Microsoft e a Apple ainda podem ter acesso ao seu histórico.
4. Sites

Os sites que você acessa também coletam informações sobre você, e muitas vezes usam esses dados para melhorar os serviços oferecidos ou fazer recomendações personalizadas de produtos.
Os sites coletam informações por meio de cookies. E os cookies, por sua vez, fazem várias coisas: eles armazenam, por exemplo, registros de todas as páginas que você acessou enquanto navegava por uma loja online.
Dessa forma, sites diversos podem ter acesso a dados como:
- As páginas que você visitou
- O conteúdo com o qual você interagiu
- Produtos que chamaram a sua atenção
- Sua localização geográfica, dispositivo e navegador
- A forma como você está interagindo com outros sites (mas só se os sites usarem plataformas como o Google Ads para fazer a segmentação de anúncios)
Esse tipo de atividade ajuda os sites a descobrirem quais produtos você gosta ou tem probabilidade de gostar. Vejamos um exemplo:
Vamos supor que você visitou uma loja online para comprar um par de chinelos especialmente para o verão. Se você não comprar os chinelos, os cookies da loja vão iniciar uma campanha de redirecionamento.
Assim, da próxima vez que você visitar o Facebook ou o Instagram, é bem provável que acabe vendo anúncios para um par de chinelos bem parecido com aquele que você tinha visto (ou quem sabe até um cupom de desconto para a compra).
Pois é: são os cookies em ação.
Cookies: amigos ou inimigos?
Os cookies são um elemento importante para qualquer pessoa que quer saber quem tem acesso ao seu histórico de pesquisa do Google e de outros navegadores. Nós já falamos sobre os cookies aqui em cima, e é bem provável que você já tenha clicado em inúmeros pop-ups que perguntam se você aceita a política de cookies do site que está visitando.
No entanto, não custa nada trabalhar também com uma definição.
Aqui vai: os cookies são pedaços de texto que salvam informações sobre os sites que você visita.

A verdade é que os cookies são extremamente úteis: eles salvam partes dos sites que você visita para poder oferecer um tempo de carregamento mais ágil sempre que você acessá-los novamente.
Eles também ajudam a armazenar detalhes de login e oferecem anúncios e conteúdos que podem ser relevantes, o que contribui para a experiência de navegação.
No entanto, os cookies também podem enviar os dados coletados para os sites que você está acessando.
Vale destacar que enquanto o Marco Civil não proíbe a coleta de cookies, a GDPR que está em vigor na Europa requer que a grande maioria dos sites avisem quando e como eles coletam cookies de seus usuários. O problema é que, quando você recusa os cookies, o desempenho dos sites costuma cair significativamente.
5. Mecanismos de busca

Diferente do provedor de internet que tem acesso aos históricos e muito mais, os mecanismos de busca têm um acesso mais restrito.
Contudo, eles ainda podem ver coisas como:
- Tudo o que você pesquisar
- Os links nos quais você clicar
- Histórico de pesquisa do Google e de outros navegadores, às vezes de meses ou até anos atrás
- Localização geográfica, navegador, dispositivo e endereço de IP
Estamos focando especialmente no Google porque, segundo um levantamento da Statisa, o gigante da tecnologia é responsável por cerca de 84% de todas as pesquisas realizadas online.
O Google ocupa uma posição bem única quando o assunto é coleta de dados, já que ele é capaz de coletar várias informações com base no que você está pesquisando online. Além disso, a empresa também consegue monitorar a sua atividade, o seu histórico de pesquisa do Google e muito mais por meio de outros apps próprios vinculados à sua conta do Google. É o caso do Google.com, Chrome, Gmail, Maps, Hangout e YouTube.
A quantidade de dados é tamanha que o Google tem potencial para aprender muito sobre você e formar um perfil seu bizarramente próximo da realidade. Como consequência, os mecanismos de busca passam a apresentar resultados extremamente relevantes — para então coletar ainda mais dados.
No entanto, é possível encontrar um navegador que não deixa rastros e nem coleta dados. O DuckDuckGo é um deles: ele não coleta nenhum dado sobre os usuários, já que a plataforma trabalha com uma proposta de navegação anônima. Isso significa que embora os resultados de busca não sejam personalizados de acordo com o seu comportamento, você terá uma experiência bem privada.
Outra coisa que vale destacar é que o DuckDuckGo usa o navegador Tor, o que significa que você poderá contar com altos níveis de criptografia e anonimidade.
Se liga: Se você quiser mesmo abandonar os mecanismos de busca mais tradicionais e fazer a migração para o DuckDuckGo e o Tor, vale a pena baixar também uma VPN. Afinal de contas, o Tor é o mesmo navegador usado para acessar sites da dark web, aquela parte da internet que não tem nenhum tipo de regulamentação e que pode deixar o seu computador exposto a diversos malwares e outros ataques cibernéticos.
A NordVPN, além de ocultar o seu endereço IP, também vem com diversos recursos robustos de segurança: além de um kill switch automático, que interrompe a conexão com a internet quando a VPN não está ligada, ele oferece modos diferentes de conexão e o recurso Proteção Contra Ameaças (que protege você contra ameaças online).
6. Apps
Os apps instalados em um computador, laptop, tablet ou smartphone coletam sim alguns dados online — mas o tipo e a natureza desses dados varia de um app para outro.
Um exemplo: apps de GPS e de namoro precisam coletar a sua localização geográfica para oferecerem uma boa experiência, mas outros apps podem solicitar o seu endereço de e-mail na hora de criar uma conta.
Listamos, abaixo, um resumo do tipo de dados mais coletados por serviços de apps:
- Informações que você envia e recebe dentro do app
- Histórico de navegação, caso você use o app para navegar na internet (apps como o do Google, por exemplo, podem acessar o seu histórico de pesquisa do Google)
- Localização geográfica
- Lista de contatos e outras informações

Lembre-se de que cada app possui termos próprios de privacidade, e cada um desses documentos serve para explicar quais dados o app coleta e de que forma. Nesse quesito, os apps do iOS dão um banho nos apps Android, já que a Apple exige políticas de privacidade bem rígidas de seus parceiros de app.
Nós sempre recomendamos a leitura desses termos de privacidade, até mesmo para você saber que tipo de dados essas empresas estão coletando.
7. Governo
A grande maioria dos governos em atividade não fica monitorando ativamente a navegação das pessoas na internet. Na verdade, o governo só costuma solicitar esse tipo de atividade em caso de uma investigação jurídica (e aí é o provedor de internet que fornece os dados em questão).
No entanto, é importante destacar que as autoridades governamentais têm poder para demandar a cessão de dados criptografados direto com as empresas que os coletam, seja essa empresa um app de mensagens instantâneas ou um provedor de e-mail.
Isso significa que, em linhas gerais, os governos podem acessar quase todos os tipos de informação, como:
- Os sites que você visitou
- Quanto tempo você passou nesses sites
- Os vídeos que você assistiu
- Arquivos que foram baixados
- Informações sobre o dispositivo e o navegador
- Sua localização geográfica
- Mensagens que foram enviadas ou recebidas

Essas informações podem ser muito preciosas na hora de combater crimes cibernéticos, mas nem todo mundo se sente confortável sabendo que governos de vários países podem estar fazendo esse tipo de espionagem.
Outra coisa que vale destacar é que esses dados podem ficar sob a guarda das autoridades por anos a fio, e não só durante uma investigação por comportamento suspeito.
E, infelizmente, diversos governos usam leis específicas de retenção de dados e outros acordos internacionais para violar a privacidade e a liberdade de civis. Alguns exemplos bem graves vêm de países com regimes repressivos, como Egito, China e Bielorrúsia.
8. Hackers

Hackers e outros cibercriminosos podem ter acesso ao seu histórico de pesquisa do Google e de outros navegadores. Além disso, eles podem invadir o seu computador, rede ou contas online para coletar outros dados sobre você.
É comum que hackers consigam acesso a dados como:
- Informações de login em diferentes sites
- Histórico de pesquisa do Google e de outros navegadores (e histórico de navegação)
- E-mails e mensagens trocadas em apps
- Arquivos baixados ou armazenados em dispositivos
- Localização geográfica, endereço residencial e, em casos de grandes ataques, dados como CPF.
É importante lembrar que hackers costumam lançar mão de diversas táticas e truques para tentar colocar as vítimas em posições mais vulneráveis. Por isso mesmo, é comum que eles ameacem usar os dados coletados contra você — e, em casos graves, essas ameaças podem se transformar em tipos graves de fraude, como doxing, extorsão sexual ou swatting.
Por isso mesmo, é importante garantir a sua segurança e se proteger contra esses ataques. Uma forma de fazer isso é ficar sempre de olho em mensagens suspeitas de phishing, inserir dados privados apenas em sites de confiança e, se possível, seguir sempre de perto as práticas recomendadas para uma navegação segura.
Gostou? Então vamos conversar um pouco mais sobre dicas e truques que podem ajudar a proteger as suas informações e os seus passos online.
Como evitar que outras pessoas vejam o que eu faço online?

Se você, assim como a gente, não gosta da ideia de ter os seus dados expostos para tanta gente na internet, temos boas notícias: existem várias formas diferentes de navegar anônimo online. Só que elas são um pouquinho mais complexas do que simplesmente migrar para o modo anônimo do Google Chrome.
Na verdade, a coisa mais importante a fazer para garantir privacidade é ocultar o seu endereço de IP, pois assim fica muito mais difícil fazer o rastreamento do seu histórico de pesquisa do Google. Embora isso não elimine por completo as chances de que outras pessoas fiquem de olho nos seus dados, o fato de ter o IP ocultado já reduz (e muito) os ataques que podem ser feitos contra você.
Existem várias formas diferentes de ocultar um endereço IP, mas as três mais comuns são: usar um proxy, baixar o navegador Tor ou então instalar uma VPN. Esta última, como vamos ver, é a alternativa mais segura e mais simples.
Conexão de VPN

As redes privadas virtuais, também chamadas de VPN, são excelentes alternativas para evitar o rastreamento das suas atividades online porque elas alteram o seu endereço de IP. Uma VPN de qualidade também oferece serviços de criptografia de dados, para que outras pessoas não consigam acessar ou roubar as suas informações — ou coisa pior, tipo o roubo de identidade.
Em linhas bem gerais, uma VPN nada mais é do que uma conexão de proxy com uma camada extra de criptografia — o que faz dela uma alternativa que oferece mais anonimidade do que serviços de cloak, que só mascaram o IP. Além disso, as VPNs também fazem o roteamento do tráfego da navegação por meio de um servidor da VPN, garantindo a proteção dos seus dados.
Como existem vários provedores de VPN, a nossa recomendação é tentar encontrar aquele que melhor corresponda às suas necessidades. Se você quiser, vale a pena conferir a nossa lista com as melhores VPNs do mercado.
NordVPN: a melhor VPN para quem quer ocultar o histórico de pesquisa do Google

Em termos de VPN segura para quem quer navegar com proteção na internet, uma das melhores apostas do mercado é a NordVPN.
Atualmente, a NordVPN oferece três recursos bem legais para aumentar a privacidade de seus usuários:
- Protocolos de criptografia de ponta
- Uma política de zero logs (ou seja, sem registros de conexão)
- Recursos avançados de segurança, como servidores ofuscados e Onion Over VPN.
Uma das grandes vantagens da NordVPN é o fato de que nenhum dado de usuário é armazenado, graças à rigorosa política de zero logs que está em vigor por lá. Isso significa que, mesmo em caso de invasão aos servidores, a sua privacidade ainda ficará protegida. Além disso, a NordVPN também conta com milhares de servidores em todo o mundo, o que ajuda a garantir uma boa velocidade de conexão.
A melhor parte é que a NordVPN tem site e atendimento em português, e também dá para pagar em real brasileiro.
Servidor proxy

Um servidor proxy é uma ferramenta que ajuda a mascarar o seu endereço IP para que essa informação não fique visível durante a sua navegação. No entanto, o proxy não criptografa os seus dados, o que significa que eles ainda podem ser lidos por outras pessoas.
É por essas e outras que o proxy é muito útil na hora de contornar bloqueios geográficos que impedem o acesso a alguns sites — mas não é útil na hora de garantir o compartilhamento seguro de dados pessoais. Se o que você está buscando é anonimidade e proteção, é melhor optar por uma VPN.
Navegador Tor

Com o Tor, é possível enviar tráfego online por meio de servidores do mundo inteiro. Esse navegador também adiciona várias camadas adicionais de criptografia aos seus dados e ainda permite acessar a dark web.
Embora o Tor seja uma excelente opção para quem busca um navegador que não deixa rastros, ele usa um nível de criptografia tão forte que a conexão pode ficar bem mais lenta. Além disso, qualquer ajuste incorreto nas configurações do navegador pode fazer com que o seu nível de proteção seja abalado.
Atenção!
Vários “nós de saída” do Tor são listados online. Um nó de saída é o último servidor pelo qual o tráfego vai passar antes de seguir caminho pelo resto da cadeia de navegação, e é por isso que vários hackers tentam acessar esses nós e roubar dados dos usuários. Para garantir uma proteção extra, conecte-se a uma VPN antes de usar o Tor.
Outras dicas de segurança cibernética para navegar com segurança
Se você realmente quer manter a sua navegação online privada, contar com uma VPN é só o primeiro passo. Veja abaixo outras coisas que você pode fazer para reduzir a quantidade de informações que você deixa pela internet:

- Use um navegador que não deixa rastros ou então um navegador preocupado com a sua privacidade. Se você está meio em cima do muro quanto ao Tor, que tal o Brave ou o Firefox?
- Ajuste as configurações de privacidade do navegador. No Google, basta acessar Configurações > Privacidade e segurança. Geralmente, as configurações-padrão não são lá muito boas.
- Desative os cookies instalados no navegador. Essa opção costuma ficar dentro do menu Configurações, mas pode variar dependendo do navegador.
- Limpe o seu histórico de navegação com certa frequência. É uma solução prática e simples para manter o seu histórico de pesquisa do Google e de outros navegadores sempre seguro.

5. Use um pseudônimo quando criar contas em serviços online, pois o seu e-mail pessoal sempre carrega várias informações privadas. Se você usar um provedor anônimo de e-mail como o ProtonMail, melhor ainda!
Como proteger seu histórico de pesquisa do Google e sua privacidade online

Como mostramos neste post, há muita gente atrás dos seus dados pessoais, pois esse tipo de informação ajuda a otimizar serviços e personalizar anúncios. Infelizmente, também há gente querendo roubar esses dados de você.
Por isso mesmo, a pergunta “o provedor de internet tem acesso ao meu histórico?” é importante: ela abre caminho para que você comece a proteger o seu histórico de pesquisa do Google, o seu histórico de navegação e a sua privacidade.
Para fazer isso, você pode contar com a ajuda de um proxy, do navegador Tor ou de uma VPN — mas não se esqueça que o proxy não vai criptografar as suas atividades online. O Tor e a VPN, no entanto, vão proporcionar uma boa camada de proteção. Se você usar os dois juntos, melhor ainda: basta fazer a conexão com uma VPN antes de acessar o Tor. Seus dados ainda não estarão 100% protegidos, mas ficarão muito mais protegidos do que antes.
Quer saber mais sobre como navegar anonimamente? Então você vai se interessar:
- Qual é meu IP e localização? Descubra aqui!
- Alternativas ao Google: Gmail, Youtube, Drive, Maps e mais!
- A Dark Web: O que é exatamente e o que você encontrará lá?
- Conheça o método infalível para acessar sites bloqueados
Sim. O seu provedor pode ver o seu histórico, os sites que você visita, suas redes sociais, para quem você manda e-mails e até mesmo informações privadas sobre saúde e finanças. Também é importante destacar que esses dados podem ficar armazenados por muito tempo nos bancos de dados do seu servidor.
Pessoas diferentes podem ver coisas diferentes. Via de regra, é importante lembrar que mecanismos de busca, provedores de internet, apps, sistemas operacionais, sites, hackers e instituições governamentais podem ver informações como histórico de navegação e os sites que você visita.
O roteador não armazena dados de navegação, mas ele pode ficar vulnerável a ataques cibernéticos caso não seja devidamente protegido.
Existem várias formas de aumentar sua privacidade online. Você pode utilizar ferramentas de busca com foco em privacidade,como o DuckDuckGo e o navegador Tor, ou então instalar bloqueadores de anúncios e extensões que removem cookies.
Mas a melhor solução é usar uma VPN. Afinal, as VPNs ocultam seu endereço de IP, além de criptografar seu tráfego de dados.

